Um barquinho de papel
navegando até o céu de águas vindouras.
um barquinho de papel, um papel colorido.
um script invertido, um barquinho em alto mar.
um barquinho de papel enfrentada águas ferozes
sem deixar-se abater, uma onda gigante tenaz resistência;
meu barquinho de papel que fazia quando criança dita o ritimo
de minhas lembranças no mar turbulento da vida.
um barquinho de papel uma metáfora tão simplora
que em meio a água faz- me lembrar da vida.
um barquinho de papel ... vou contigo até o céu desse mar infame enxofre.
na beleza solitária do sorriso de criança; um barquinho de papel
faz-me rir em tal lembrança.
talvez sejamos mortos; pois esquecemos nosso barquinho de papel.
Que seja saudosista ... meu barquinho de papel me levou até o céu
chagando lá descobri; o céu não é o limite.
terça-feira, 7 de julho de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
TEMPESTADE NO SERTÃO.
Tempestade e fotos velhas lembra teu nome a rua passa em transe, somos tragados pelo tempo e sonhamos demais, passamos mais tempo sonhando que vivendo os nossos sonhos e nos lamentamos do que ficou pra trás, choramos um beijo doce que na distância ficou amargo, que na saudade perdeu o cheiro e na tristeza da perspectiva se perdeu na vida.
Ah se tudo fosse diferente e a vida nos desse outra chance, talvez seriamos tão covardes como outrora. Nós já perdemos a noção dos dias e os retratos são figuras no tempo.
Ah se nossa falta nos fizesse ouvir talvez fossemos mais ousados, mas a covardia tomou conta e a vida impôs seu ritimo como uma lei para quem ama (...) nossa distância. O sol brilha pra todos mas nem todos nós queremos nos queimar nesse sertão, nosso grande sertão; pelo qual todos vamos passar; até mesmo os covardes, e aqueles que passam de cabeça erguida dizem sim a vida e nega as perspectivas ao enfrentar o novo por puro amor ou ideal já aqueles que querem estabilidade morrem de sede no oásis mais próximo.Talvez a estepe nos aguarde ou a morte quem sabe, mas é preciso atravessar o sertão.
Ah se tudo fosse diferente e a vida nos desse outra chance, talvez seriamos tão covardes como outrora. Nós já perdemos a noção dos dias e os retratos são figuras no tempo.
Ah se nossa falta nos fizesse ouvir talvez fossemos mais ousados, mas a covardia tomou conta e a vida impôs seu ritimo como uma lei para quem ama (...) nossa distância. O sol brilha pra todos mas nem todos nós queremos nos queimar nesse sertão, nosso grande sertão; pelo qual todos vamos passar; até mesmo os covardes, e aqueles que passam de cabeça erguida dizem sim a vida e nega as perspectivas ao enfrentar o novo por puro amor ou ideal já aqueles que querem estabilidade morrem de sede no oásis mais próximo.Talvez a estepe nos aguarde ou a morte quem sabe, mas é preciso atravessar o sertão.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
BASTA.
BASTA!
Basta soprar poesia, e estarei lá
basta viver mais um dia e estarei contigo
na rua, no destino, no devir do caos
basta ter simetria, podemos cantar
Basta ter uma voz pujante
não é necesário ter luz
basta amar a vida.
Basta amar o que faz
a vida nos conduz...
basta amar uma mulher...
ter boa vontade? basta esperar amiude, sentir saudade.
Basta enxaguar teus pés
basta lhe trair com um beijo
basta ser no rosto, basta ter dinheiro.
Basta não bastar; e de tédio dar um basta!
basta! tanta mediocrídade;basta tanta coisa
que falta, até o pão. Mas como basta essa situação?
Grita um ativista - basta! sozinho no escuro de seu quarto.
basta viver mais um dia e estarei contigo
na rua, no destino, no devir do caos
basta ter simetria, podemos cantar
Basta ter uma voz pujante
não é necesário ter luz
basta amar a vida.
Basta amar o que faz
a vida nos conduz...
basta amar uma mulher...
ter boa vontade? basta esperar amiude, sentir saudade.
Basta enxaguar teus pés
basta lhe trair com um beijo
basta ser no rosto, basta ter dinheiro.
Basta não bastar; e de tédio dar um basta!
basta! tanta mediocrídade;basta tanta coisa
que falta, até o pão. Mas como basta essa situação?
Grita um ativista - basta! sozinho no escuro de seu quarto.
TEMPO.
Tempo.
Faz um tempo que eu dei um tempoMas o tempo ainda não passou
Se no tempo que o tempo passa
Vê se passa tempo, tempo já passou
Faz mil dias e eu não te esqueço
Se me lembro quero te esquecer
Já faz tempo que se deu um tempo
Já faz tanto tempo, quero descrever
Já são quase duas da manhã
Uma hora isso vai acabar
Mas uma hora ainda está longe
são quase quatro; vou continuar
Estou esperando o tempo e o vento.
Faz muito tempo e ainda não ventou
Se for vento; e o vento vira tempo,
Tempo vira vento. O vento assoprou.
ANÕES SERPENTES.
Anões serpentes
Ouvíamos tão caladosNossa música tocar
E, aquele velho rádio,
Não parava, sem parar...
Até que um belo dia
O futuro veio á mão
A sua mão direita
Nossa, fé, percepção
Fizemos nossos dias
A nossa redenção
Vivemos nossos
Versos; versamos á beleza
Escondemos os desejos
Só nos resta enxaqueca
Fechamos nossos olhos
Pra não ver o que queríamos
Abrimos nossas mentes
Pra lavar nossas feridas
A vida é um jogo. o jogo imita
Á vida. São cores diferentes
Diferenças coloridas
As cartas no baralho
Embaralham muita gente
Sei que tudo está em jogo
Sei que tudo está presente
Embalsamados, apresentados, iniciados...
Anões serpentes...
INDIFERENÇA- UMA PRECE AS FUTILIDADES DE CONGRATULAÇÕES.
A indiferença me criou; abandonou-me o amor em troca de vida
apaixonado pela indiferença (...) Me criei, abandonado ao medo sublimei o desejo de masturbar-me em público,como Diógenes o louco, ou seria o cético? Não importa, atrapalha os versos.
Cuspir em toda essa gentinha parte da qual sou; Gentinha (academia) - (Artur Weber sorri como um louco). Transfigurei-me em indiferença (...) Renomeei em complexo de grandeza herdado de minha gente mal-educada. Mas como todo bom acadêmico;educado nas letras e absurdos; vou cagar nas calças e feder em público enquanto me aplaudem. O Fedor já é tão intenso, que nem ao menos vão perceber.
apaixonado pela indiferença (...) Me criei, abandonado ao medo sublimei o desejo de masturbar-me em público,como Diógenes o louco, ou seria o cético? Não importa, atrapalha os versos.
Cuspir em toda essa gentinha parte da qual sou; Gentinha (academia) - (Artur Weber sorri como um louco). Transfigurei-me em indiferença (...) Renomeei em complexo de grandeza herdado de minha gente mal-educada. Mas como todo bom acadêmico;educado nas letras e absurdos; vou cagar nas calças e feder em público enquanto me aplaudem. O Fedor já é tão intenso, que nem ao menos vão perceber.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Reflexão.
Os erros de português vão ser constantes dada a proposta de escrever sem um propósito único, nesse caso, o único propósito de escrever é escrever sobre como é chato escrever sem propósito.
Tão chato quanto chover no molhado ou até mesmo compreender que o triângulo tem três lados, tautologia de merda. A vida as vezes parece chover no molhado, não é diferente, vejamos a brevidade da vida; são cinquenta, sessenta, setenta anos no máximo de uma vida útil, que nos leva crer que a utilidade da vida enquanto sentido deve ser justificada. Justificamos o sentido da vida na criação ou adaptação que damos a esta, o juízo que empreendemos da vida, nossas concepções nos levam a determinados pré-conceitos que nem sempre são aceitos pela razão, ainda que essa impere sobre os desejos como queria os filósofos. Dois pólos orientam a concepção de homem no século XXI,ou as noções de aqui e agora, como se o globo estivesse em nossas mãos e o controle remoto fosse nossos desejos ou nossa herdeira linha rígida, que comanda nossos pré-conceitos que nos faz crer a partir da razão numa vida pautada sob um regime, seja qual for. Dois pólos, uma linha pende demais para a desorganização e desconstrução, outra para o conservadorismo e o medo de tudo aquilo que possa mudar, de fato que o visível e diferente não pede passagem, entra pela porta da frente, toda mudança demanda de certas predisposições a falência do postulado anterior. Artur Weber não precisa recorrer a um super- homem, como o fez Nietzsche. De forma cética o problema é encontrar o homem e não sua provável função.
Tão chato quanto chover no molhado ou até mesmo compreender que o triângulo tem três lados, tautologia de merda. A vida as vezes parece chover no molhado, não é diferente, vejamos a brevidade da vida; são cinquenta, sessenta, setenta anos no máximo de uma vida útil, que nos leva crer que a utilidade da vida enquanto sentido deve ser justificada. Justificamos o sentido da vida na criação ou adaptação que damos a esta, o juízo que empreendemos da vida, nossas concepções nos levam a determinados pré-conceitos que nem sempre são aceitos pela razão, ainda que essa impere sobre os desejos como queria os filósofos. Dois pólos orientam a concepção de homem no século XXI,ou as noções de aqui e agora, como se o globo estivesse em nossas mãos e o controle remoto fosse nossos desejos ou nossa herdeira linha rígida, que comanda nossos pré-conceitos que nos faz crer a partir da razão numa vida pautada sob um regime, seja qual for. Dois pólos, uma linha pende demais para a desorganização e desconstrução, outra para o conservadorismo e o medo de tudo aquilo que possa mudar, de fato que o visível e diferente não pede passagem, entra pela porta da frente, toda mudança demanda de certas predisposições a falência do postulado anterior. Artur Weber não precisa recorrer a um super- homem, como o fez Nietzsche. De forma cética o problema é encontrar o homem e não sua provável função.
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